Estudantes do Colégio Delce Horta fizeram lançamentos de foguetes como parte prática da competição

 

Cerca de 100 alunos do Colégio Municipal Professora Delce Horta Delgado irão participar da 22ª Olimpíada Brasileira de Astronomia, nesta sexta-feira, dia 17. Como parte prática da competição, os alunos se dividiram em equipes e nesta quinta-feira, dia 16, no Estádio Raulino de Oliveira, realizaram lançamento de foguetes que contarão pontos na competição.

 

A OBA é a maior olimpíada científica do Brasil, possui uma única fase e consiste na realização de uma prova, com questões compostas por conhecimentos gerais e que envolve assuntos como astronomia e astronáutica, realizada simultaneamente em todas as escolas participantes.

 

Todos os alunos participantes vão receber certificados e as medalhas são distribuídas de acordo com a pontuação obtida pelos participantes. Por dois anos consecutivos a escola Delce Horta ganhou medalha de prata durante a participação da olimpíada e nesse ano estão em busca da medalha de ouro.

 

Para a competição de foguetes os próprios alunos produziram o objeto utilizando material totalmente reciclado, como conta a professora Marlei. “Garrafa Pet, estudo e criatividade. Essa é a fórmula para construir foguetes simples e que voe longe. Nessa etapa prática, o objetivo é alcançar a maior distância. Separamos dois grupos na parte da manhã e da tarde que fizeram os lançamentos no Estádio Raulino”, explicou a professora, acrescentando que essa é a fase das escolas, onde os alunos que conseguirem realizar bons lançamentos garantirão vagas para participar da competição nacional.

 

Representando uma equipe da parte da manhã, o aluno Diego Fonseca, de 13 anos, fez o maior lançamento, alcançando 78 metros. “É muito legal participar dessa competição com os amigos e vivenciar essa experiência. Essa é uma maneira de aprender além das salas de aulas”, destacou o aluno.

 

O Presidente da Fundação Educacional de Volta Redonda (Fevre), Waldyr Bedê, disse que o importante dessas competições é que eles desenvolvam a criatividade deles. “Além disso, percebam que eles podem ser inventores e que podem dar soluções para problemas que às vezes os livros não deixam evidente”, comentou.

 

O prefeito Samuca Silva, também aprova o projeto e falou sobre a importância dos jovens estarem ligados em assuntos das mais variadas naturezas. “A dedicação e o esforço desses estudantes só trarão resultados positivos e incentivos em querer continuar estudando e criando materiais inovadores. Estamos incentivando esses e outros projetos da Fevre para estimular os jovens a buscar cada vez mais conhecimento e educação”, finalizou Samuca.

 

Por Renan Ferreira com fotos de Gabriel Borges - Secom/VR
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