Nesta semana, os agentes da Vigilância Ambiental estão nos bairros São Lucas e São Cristóvão

 

Equipes de combate ao aedes aegypti da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde de Volta Redonda atuam nesta semana nos bairros São Lucas e São Cristóvão. Os agentes fazem visitas domiciliares pela manhã e à tarde com objetivo de orientar os moradores para evitar a proliferação do mosquito e eliminar possíveis criadouros. 

 

De acordo com a coordenadora da Vigilância Ambiental, Janaína Soledad, as ações de combate ao aedes aegypti são realizadas durante todo ano em Volta Redonda e intensificadas a partir de outubro. “A chegada do período chuvoso e do calor facilita a reprodução do mosquito e, consequentemente, há maior disseminação das arboviroses como a dengue, zika e chikungunya”, afirmou.

 

Ela ressaltou que as ações de prevenção e orientação da população são contínuas. No último mês de novembro, quanto é comemorada a Semana Nacional de Combate ao Aedes Aegypti, entre os dias 25 e 30 de novembro, agentes distribuíram panfletos informativos e conversaram com a população nas Feiras Livres, já que está a cada dia em um bairro diferente da cidade.

 

“Ainda no mês de janeiro, a equipe da Vigilância Ambiental, em conjunto com outros setores da saúde e apoio de outras secretarias municipais, vai realizar mutirões de combate ao aedes aegypti. A programação deve começar pelo bairro Siderlândia”, adiantou Janaína.

 

O secretário de Saúde de Volta Redonda, Alfredo Peixoto, afirma que a prevenção é uma preocupação da atual gestão municipal. “Desde o inverno a equipe da Vigilância Ambiental monitora a situação do aedes aegypti em Volta Redonda para que a população tenha um verão traquilo”, disse, lembrando que o ovo do mosquito pode eclodir em até 400 dias, mais de um ano depois, se estiver em local seco.

 

Ele ressaltou que a participação da comunidade é fundamental para o êxito no trabalho de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. “Os moradores devem vistoriar os imóveis uma vez por semana para identificarem possíveis focos do mosquito. Pois o ciclo de vida do Aedes se completa em um intervalo de 7 a 10 dias”, explicou.

 

O prefeito do município, Samuca Silva, pediu a colaboração da população no combate ao aedes aegypti. “Devemos abrir as portas de casa para os agentes da Vigilância Ambiental e acompanhar a visita para repetir a vistoria semanalmente. Só assim vamos livrar o nosso município da proliferação do mosquito”, avisou.

 

Por Renata Borges com fotos de arquivo Evandro Freitas – Secom/VR
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