
Em 79 grupos espalhados pela cidade, atividades desenvolvidas pela Assistência Social promovem socialização, participação e fortalecimento das relações sociais
Toda semana, cerca de 5 mil idosos de Volta Redonda participam de atividades nos 79 grupos do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) mantidos pela Secretaria Municipal de Assistência Social (Smas). Distribuídos por várias regiões, os grupos oferecem espaços de socialização, troca de experiências e participação coletiva, e convivência.
As ações ocorrem principalmente nos 35 Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e Centros de Convivência. O SCFV é um serviço do Cras, que compõe a Proteção Social Básica.
Os encontros ajudam os participantes a manterem uma rotina de convivência e fortalecimento de vínculos, evitando o isolamento social. Para as equipes da Assistência Social, também são oportunidades de conhecer melhor os idosos e identificar necessidades que possam exigir orientação ou acompanhamento.
“A convivência é uma ferramenta importante de proteção. Quando uma pessoa tem um espaço onde pode participar, conversar e se sentir pertencente à comunidade, isso contribui para seu bem-estar e para a construção de relações que fazem a diferença no dia a dia”, explica a secretária municipal de Assistência Social, Rosane Marques.
Atividades nos territórios
Os encontros também favorecem a criação de novos vínculos e ampliam o conhecimento dos participantes sobre os serviços disponíveis no município. Para a diretora do Departamento de Proteção Social Básica (DPB), Cristiane Alves, os grupos têm impacto direto na qualidade de vida dos idosos.
“Quando a pessoa encontra um espaço onde é acolhida e pode participar, ela passa a construir uma rotina de encontros e novas relações. Muitas vezes, aquele momento se torna muito esperado durante a semana. É uma forma de ampliar as possibilidades de socialização e de convívio”, destaca.
Se outras necessidades forem identificadas durante as atividades, os participantes podem receber orientações e, quando necessário, ser encaminhados para equipe técnica dos Cras.
De acordo com a Smas, a oferta dos 35 Cras facilita a participação nas atividades e garante acesso aos serviços da Proteção Social Básica. As unidades são referências nos territórios e permitem que as equipes acompanhem de perto a realidade das comunidades.
Foto: Divulgação/Smas.
Secom/PMVR
